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Gestão compartilhada da água – a responsabilidade é de todos



Rodas de Conversa de hoje (20) abordaram acerca das responsabilidades nos cuidados com os recursos hídricos.


A água é um elemento vital e, no Brasil, a gestão é feita de forma compartilhada. Diversas instâncias e organismos compõem o Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos (Singreh). A proposta da Lei das Águas, que instituiu a Política Nacional de Recursos Hídricos (PNRH), é que a gestão seja feita de forma descentralizada e participativa.


Como essa administração está sendo feita? O que pensa cada instância? A Roda de Conversa, realizada na Arena da Vila Cidadã, às 9h, ‘Água, de quem é a gestão?’ propôs refletir sobre estes questionamentos. Para falar sobre foram convidados o Pesquisador do Instituto Democracia e Sustentabilidade, Guilherme Checo, a representante do Ministério Público Federal, a pós-graduada em Direito Ambiental, Sandra Kishi, o Diretor da AgÊncia Nacional de Águas (ANA), Humberto Gonçalves, o Diretor do Plano Metropolitano do Rio de Janeiro, Luiz Fermino Pereira, e o membro Parlamento Nacional da Juventude pela Água (PNJA), João Paulo Angeli. A Roda foi moderada pela secretária adjunta do CBH Paranapanema, Suraya Modaelli.


Os participantes reforçaram que a água é um bem comum, dotado de valor econômico, e a responsabilidade deve ser de todos, portanto, cada um tem um papel dentro da gestão. A especialista em direito ambiental, Sandra Kishi, ressaltou, ainda, que será criado um Comitê Nacional interministerial para debater sobre água. Humberto Gonçalves reforçou a importância dos Comitês de Bacias Hidrográficas, e a participação da sociedade civil.


Também nessa linha, a Roda de Conversa, realizada às 17h, abordou a responsabilidade compartilhada, por meio do exemplo Programa Cultivando Água Boa, desenvolvido pela Itaipu Binacional. O Programa se baseia em um amplo processo de sensibilização, informação e capacitação formal e informal realizado por meio de diversas ações de Educação Ambiental. O diálogo com a comunidade é permanente, para que, assim, procura-se mudar os modos de produção e consumo, viabilizando um futuro sustentável para as comunidades do entorno. Na ocasião, as diversas ações dentro do Programa foram mostradas e participantes do projeto ouvidos.



Matéria produzida por Priscila Rocha

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