CBH Jequitaí e Pacuí/MG busca parcerias para preservação de nascentes

05/11/2015

 

O Comitê de Bacias Hidrográficas dos Rios Jequitaí e Pacuí e trecho do São Francisco – CBH Jequitaí e Pacuí, que gerencia a unidade de planejamento SF-6, foi criado em janeiro de 2004 e surgiu com base nos anseios da população sofrida e carente de uma região pouco desenvolvida, com recursos hídricos escassos, buscando soluções plausíveis para o desenvolvimento sustentável da bacia.

 

A área da bacia corresponde a 25.129 quilômetros quadrados e ocupam 24 municípios, abrangendo 19 sedes. O CBH Jequitaí e Pacuí é composto, igualitariamente, por membros do Poder Público Estadual, Poder Público Municipal, Usuários de recursos hídricos e Sociedade Civil, sendo 24 titulares e 24 suplentes.

 

Com a falta de chuvas que assola a região, os rios secando e as nascentes cada vez mais necessitadas de revitalização e o atraso no repasse de recursos do Fundo de Recuperação, Proteção e Desenvolvimento Sustentável das Bacias Hidrográficas do Estado de Minas Gerais – Fhidro, a dificuldade cresce e para buscar soluções acessíveis e parcerias que viabilizem a preservação das nascentes, por exemplo, são feitas reuniões constantes para que todos os envolvidos possam colaborar de alguma forma.

 

Pensando nisso, a reunião deste mês de outubro foi realizada no município de São João do Pacuí, cujo rio, o Pacuí, sofre com a degradação confirmada em diagnóstico levantado recentemente – segundo relatório da empresa contratada para esse fim, “a área degradada compreende trecho de nove hectares, com voçorocas de seia a oito metros de profundidade”.

 

Em reunião com líderes de várias comunidades da região de São João do Pacuí, foram apresentados pela Secretária Executiva, Sirléia Drumond, as funções de um Comitê de Bacia Hidrográfica e os principais problemas que estão enfrentando para executar, uma vez que faltam recursos suficientes para viabilização dos projetos. Conselheiros explanaram sobre o que pode ser feito para que a comunidade local esteja consciente de que o primeiro passo ainda é preservação.

 

Segundo o presidente do CBH Jequitaí e Pacuí, Robson Andrade, “a sociedade deve se mobilizar para que os programas de revitalização de Bacias Hidrográficas não cessem”, conclui.


Para mais informações: www.cbhjequitaiepacui.org.br

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