Adidas lança nova fase de projeto contra poluição dos oceanos

31/05/2019

 

Em 2019, a meta da marca é aumentar para 1,5 milhão de dólares os investimentos em educação para crianças e adolescentes

 

A Adidas anunciou uma nova fase da sua iniciativa global contra a poluição plástica nos oceanos. O projeto, em parceria com a Run For The Oceans, será retomada em 8 de junho, no Dia Mundial dos Oceanos. Em 2019, a meta da marca é aumentar para 1,5 milhão de dólares os investimentos em educação para as gerações futuras.

 

Em 2018, a Adidas criou o movimento global unindo quase um milhão de corredores de todo o mundo e arrecadando 1 milhão de dólares para a parceria de longo prazo com a Parley For The Oceans. Até o momento, o dinheiro arrecadado ajudou diretamente a educar e capacitar mais de 100 mil jovens e suas famílias que vivem em áreas costeiras afetadas pela poluição plástica para agir como parte do programa Parley Ocean School. Somente em 2018, cinco milhões de pares de tênis foram criados a partir do plástico reciclado.

 

 

Capitalismo Consciente

 

Neste ano, com a introdução de uma nova linha Parley, a marca produzirá 11 milhões de pares de tênis usando resíduos de plástico marinho reciclado. A campanha deste ano também vai unir corredores em todo o mundo para aumentar a participação da Run For The Oceans.

 

Para cada quilômetro corrido entre 8 e 16 de junho, a empresa vai contribuir com 1 dólar para o lançamento da plataforma de jovens ativistas da Parley.

 

Com o objetivo de engajar mais jovens e inspirar um comportamento de mudança, a plataforma planeja abrigar um currículo digital que equipa crianças com habilidades, ferramentas e conhecimento necessário para proteger os oceanos do planeta.

 

De acordo com o gerente geral de running da Adidas, Alberto Uncini Manganelli, a crise do plástico marinho se tornou uma luta urgente.

 

“Nós afetamos o oceano diariamente pelos plásticos que usamos e jogamos fora. A cada minuto, o equivalente a um caminhão de lixo plástico entra em nossos oceanos e até 2050, isso pode significar que talvez tenha mais plástico do que peixe nos oceanos do mundo. Conhecemos as estatísticas e estamos cientes do problema. Estamos desafiando nosso mercado e todos que nos rodeiam a pensar em decisões que tomam e em como impactam o futuro, não apenas de nossa indústria, mas de nosso planeta”, afirma o executivo.

 

 

Fonte: Consumidor Moderno

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