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Missão da ANA realiza visita técnica no Projeto de Integração do Rio São Francisco

Missão da ANA realiza visita técnica aos eixos Norte e Leste do Projeto de Integração do Rio São Francisco



Diretores Filipe Sampaio (de colete), Ana Carolina Argolo e Mauricio Abijaodi lado a lado no centro de operações do Eixo Norte do PISF
Diretores Filipe Sampaio (de colete), Ana Carolina Argolo e Mauricio Abijaodi lado a lado no centro de operações do Eixo Norte do PISF

Entre 20 e 23 de junho, uma equipe da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) realiza visita técnica às infraestruturas hídricas tanto do Eixo Norte quanto do Eixo Leste do Projeto de Integração do Rio São Francisco (PISF) – também conhecido como transposição do São Francisco. A diretora Ana Carolina Argolo e os diretores Filipe Sampaio e Mauricio Abijaodi percorrerão Pernambuco, Ceará e Paraíba para conhecerem de perto a operação do PISF, que é uma das maiores obras de infraestrutura hídrica do mundo. A missão da ANA também conta com outros(as) seis servidores(as) da instituição.


No primeiro dia da missão o foco da visita técnica foi o Eixo Norte. O grupo conheceu o canal por onde a água do rio São Francisco entra nesse eixo da transposição em Cabrobó (PE), as estações de bombeamento 1 e 3 (EBI 1 e EBI 3), as barragens de Jati (CE) e Negreiros (PE), além do canal que leva as águas do PISF do reservatório de Jati até o Cinturão das Águas do Ceará (CAC), que abastece a Região Metropolitana de Fortaleza. Na sequência da viagem a equipe da ANA visitará o Eixo Leste e reservatórios que recebem as águas da transposição tanto em Pernambuco quanto na Paraíba.


Equipe da ANA faz visita técnica à barragem de Jati (CE)
Equipe da ANA faz visita técnica à barragem de Jati (CE)

Para a diretora Ana Carolina Argolo, uma missão in loco como essa reflete nas decisões que são tomadas sobre o PISF. “É de extrema relevância [a missão], para nós tomarmos as nossas decisões dentro da Agência, tendo conhecimento da realidade em campo e o que, de fato, as nossas decisões entregam e de onde elas saem”, concluiu a diretora.


O diretor Mauricio Abijaodi também destacou a relevância de se conhecer o cotidiano do PISF para subsidiar a tomada de decisões sobre o tema pela Agência. “A Diretoria da ANA que está aqui presente, fora do escritório, [veio] para conhecer na prática e no dia a dia como é que funciona essa água que está sendo levada para todo o Nordeste Setentrional”, afirmou Abijaodi.


Equipe da ANA conhece o canal que leva as águas do rio São Francisco ao Eixo Norte da transposição
Equipe da ANA conhece o canal que leva as águas do rio São Francisco ao Eixo Norte da transposição

Já o diretor Filipe Sampaio falou sobre a postura da Diretoria da ANA, que tem quatro diretores em início de mandato, no sentido de conhecer de perto a realidade de temas em que a Agência atua e que são estratégicos para o Brasil. “Viemos conhecer aqui a realidade dessa que é uma das principais obras de infraestrutura hídrica do mundo, que é a transposição do São Francisco”, disse o dirigente.


A especialista em regulação de recursos hídricos e saneamento básico da ANA com atuação na temática do PISF, Flávia Barros, pontuou o significado da presença de uma missão da Agência com três dos cinco diretores para conhecer a transposição de perto. “É sempre muito importante que os diretores da ANA venham até a região, conheçam o PISF e tenham a possibilidade de ver a importância do Projeto para a região [Nordeste] e para o País”, concluiu a servidora.


Nessa viagem ao PISF a equipe da ANA é acompanhada por servidores do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), da Agência Pernambucana de Águas e Clima (APAC), da Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos do Ceará (COGERH/CE), e do consórcio operador do empreendimento.


Servidores(as) da ANA conhecem o centro de operações do Eixo Norte em Salgueiro (PE)
Servidores(as) da ANA conhecem o centro de operações do Eixo Norte em Salgueiro (PE)

O PISF


O objetivo do PISF é levar água do rio São Francisco a 12 milhões de pessoas em 390 municípios no Ceará, na Paraíba, em Pernambuco e no Rio Grande do Norte, estados historicamente vulneráveis à seca. O Projeto também busca beneficiar 294 comunidades rurais às margens dos canais. O empreendimento abrange a construção de 13 aquedutos, nove estações de bombeamento, 28 reservatórios, nove subestações de 230 quilowatts, 270 quilômetros de linhas de transmissão em alta tensão e quatro túneis. O Eixo Leste tem 217 quilômetros, passando por Pernambuco e Paraíba. O Eixo Norte tem 260km e corta municípios de Pernambuco, Ceará e Paraíba.


No Eixo Norte, as obras do Projeto de Integração do Rio São Francisco passam pelos seguintes municípios: Cabrobó, Salgueiro, Terranova e Verdejante, em Pernambuco; Penaforte, Jati, Brejo Santo, Mauriti e Barro, no Ceará; São José de Piranhas, Monte Horebe e Cajazeiras, na Paraíba. Já no Eixo Leste, o empreendimento atravessa os municípios pernambucanos de Floresta, Custódia, Betânia e Sertânia; e a cidade paraibana de Monteiro


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